Polícia suspeita que lancha que matou joseense estaria danificada

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Walquiria Barros, de São José, e Alexandre Silva, do RJ, morreram no acidente
Reprodução/Facebook

Motorista pagou fiança e responderá em liberdade por homicídio culposo

A Polícia Civil de Angra dos Reis suspeita de que a lancha que matou a turista joseense Walquiria Barros, nesta sexta-feira (30), durante um passeio na Lagoa Azul, estaria danificada em razão da falta de manutenção. Segundo o delegado adjunto, Márcio Teixeira, o condutor não era o proprietário do veículo marítimo.”Vamos desmembrar a investigação por uma possível responsabilidade do proprietário por falta de manutenção da lancha” disse.

O motorista da lancha pagou fiança de R$ 2 mil e foi liberado ainda na noite desta sexta-feira. Ele responderá pelo crime de homicídio culposo.

Duas vítimas ainda estão no Hospital Geral de Japuíba, onde passaram por cirurgia. De acordo com o delegado, ainda neste sábado essas vítimas poderão ser ouvidas em depoimento. “Duas vítimas tiveram ferimentos nos pés e passaram por cirurgia. Se possível ainda pretendemos ouví-las neste sábado para auxiliar na investigação”, finaliza Márcio.

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Walquiria Barros morava em São José dos Campos

Reprodução/Facebook

Entenda o caso
Um grupo de turistas estava na Lagoa Azul, em Angra dos Reis, nesta sexta-feira, 30, e quatro pessoas pularam no mar durante o passeio de escuna. Neste momento, uma lancha passou pelo local e atingiu os turistas que estavam na água, matando duas pessoas, dentre elas Walquíria Barros, que morava em São José dos Campos.

Ela foi encaminhada ainda com vida para o Hospital Geral de Japuíba, mas não resistiu aos ferimentos. Alexandre Silva Leite, do Rio de Janeiro, morreu na hora.

Outras duas mulheres, Camila Précoma e Natacha de Oliveira, também moradoras de São José, tiveram ferimentos nos pés e passaram por cirurgia. Elas não correm risco de vida.

Fonte: Meon / Beatriz Plaça