COLUNA DO J. BONANI

MINHA ESPOSA “MORREU !

Pelo fato de estar matriculado numa escola espírita,sempre somos procurado por alguém, desejando notícias de quem retornou as suas origens. Temos que exercitar a paciência oferecendo o ombro amigo para a criatura.Mesmo a pessoa tendo conhecimento de que ninguém morre,caso contrário não estaria desejando notícias de quem “morreu,”. fica difícil,para nós consola-la, uma vez que não tem base nenhuma para entender a imortalidade da alma,pois foi orientada com certeza, por algum letrado em filosofia religiosa que fala de deliberações finais e posições definitivas, (céu e inferno)segundo o Espírito André Luiz. Naquele momento,
,desejariamos falar muita coisa para a pessoa. falar que não é por aí. Nada de céu e inferno,nada de Bíblia que leva quem decora letra ,.para junto
do Senhor, nada de fenômeno que coloca frente a frente pessoa diante dos caboclos para pedir favores. Tantas coisas gostaria de falar, mas, aprendi na escola que frequento,que devemos respeitar a pessoa, pois os que colhem as espigas maduras, não devem ofender os que plantam a distância, nem perturbar a lavoura ainda verde,ainda sem flor.

A única coisa que podemos dizer, é, que o ser humano não é um deserdados. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender, a elevar se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta. O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro,segundo Emmanuel.. Portanto,estudemos busquemos a lógica o consolo, acreditando no bom senso e na sabedoria do Criador, que jamais nos criaria para morrer. Finalizando,o encontro que tivemos com a pessoa que nos procurou pra conversar com a esposa que tinha “morrido” apenas dissemos; tenha calma, a vida continua, um dia voce vai conversar ,quando tanto ela como você, entenderem o mecanismo da vida. Apareça,para aquele cafezinho,foi bom você ter vindo.