Como parte das estratégias de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, a Prefeitura de Caçapava passou a utilizar drones como ferramenta de apoio às ações de controle. A tecnologia tem sido uma aliada importante para alcançar áreas de difícil acesso, onde os agentes de endemias não conseguem atuar diretamente.
O uso de drones permite o monitoramento e aplicação de larvicida em locais como ferros-velhos, terrenos abandonados com acesso restrito e piscinas sem manutenção, onde podem existir criadouros do mosquito. Esses pontos representam riscos significativos para a população, especialmente quando não é possível entrar em contato com os proprietários ou acessar fisicamente o local.
Além dos drones, o município também mantém outras formas de combate, como:
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Fumacê/nebulização: ação de bloqueio químico com inseticida para eliminar os mosquitos adultos em regiões críticas;
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Controle de criadouros: visitas domiciliares para eliminação de locais com água parada e orientação aos moradores;
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Monitoramento estratégico: visitas quinzenais ou mensais a áreas extensas, com histórico de reincidência de criadouros.
As regiões atendidas com essas ações são definidas com base em dados da Vigilância Epidemiológica, que considera a confirmação de casos positivos, a circulação de pessoas e o mapeamento de áreas de risco. Com isso, é possível estabelecer prioridades e intensificar o trabalho preventivo nos bairros mais afetados.



























